Já não sei o que é não ter nada para fazer antes de deitar.
E-mails, trabalhos, agenda.
O mais estranho é que o faço com todo o gosto.
O mais assustador é pensar que a vida se resume ao trabalho... wake up call?
17 de novembro de 2015
23 de outubro de 2015
A ver vamos
Acabou uma etapa da sua vida.
A ver vamos o quanto isso faz diferença no seu tempo livre.
A ver vamos o quanto isso faz diferença no seu tempo livre.
11 de outubro de 2015
Exigente ou cronicamente insatisfeita?
A ideia de "fica contente com o que tens" inquieta-me.
Se por um lado assumo que às vezes tenho de parar para apreciar o que tenho e conquistei, por outro assumo que sou exigente.
Essa forma de estar soa-me demasiado a comodismo. Se eu ficar contente (só) com o que tenho, como vou saber se a insatisfação é a alavanca para chegar mais além?
6 de outubro de 2015
A resolver
Não gosto de permanecer muito tempo na zona de conforto; de vez em quando sinto necessidade de me atirar para uma "zona sem pé".
Mas face às novas situações ainda me surpreendo com o quão insegura me sinto. Descubro um lado pouco confiante do qual não gosto mesmo nada.
21 de setembro de 2015
Meia Maratona do Porto
Sempre preferi desportos individuais.
A dinâmica de depender de mim, da probabilidade de sucesso ser proporcional ao meu empenho e treino, alimenta o meu lado desafiante.
Corro não só por saúde, mas por prazer. Já fiz pequena provas de 10 km. Estava na altura de me auto-desafiar, de elevar o patamar. E apesar dos "não te metas nisso" e "estás tola!", inscrevi-me na minha primeira Meia Maratona.
No início tive dúvidas. Fiz treinos semanais de 1h15, 1h20, 1h30. Aumentava a duração, semana após semana, e aumentava também a confiança. Eu consigo.
E ontem foi o grande dia. Manhã solarenga na minha Invicta, uma luz clara e quente a refletir-se no Douro.
Partida!
Primeiros 10 km sem problemas. Ambiente espetacular entre os participantes!
Ao 14º km começo a sentir os níveis de energia a descer, mas um cubo de marmelada ao 15º km deu o impulso que precisava.
18º km e vejo desistentes.
20º km e o cansaço em braço de ferro com a persistência. É só mais um esforço...
21º km, a 100 metros da meta.
Cruzar a meta é uma sensação de alívio nos primeiros segundos, que depois dá lugar a uma satisfação, uma realização pessoal não traduzível em palavras. Consegui!!
A dinâmica de depender de mim, da probabilidade de sucesso ser proporcional ao meu empenho e treino, alimenta o meu lado desafiante.
Corro não só por saúde, mas por prazer. Já fiz pequena provas de 10 km. Estava na altura de me auto-desafiar, de elevar o patamar. E apesar dos "não te metas nisso" e "estás tola!", inscrevi-me na minha primeira Meia Maratona.
No início tive dúvidas. Fiz treinos semanais de 1h15, 1h20, 1h30. Aumentava a duração, semana após semana, e aumentava também a confiança. Eu consigo.
E ontem foi o grande dia. Manhã solarenga na minha Invicta, uma luz clara e quente a refletir-se no Douro.
Partida!
Primeiros 10 km sem problemas. Ambiente espetacular entre os participantes!
Ao 14º km começo a sentir os níveis de energia a descer, mas um cubo de marmelada ao 15º km deu o impulso que precisava.
18º km e vejo desistentes.
20º km e o cansaço em braço de ferro com a persistência. É só mais um esforço...
21º km, a 100 metros da meta.
21,1 km
2h04
Cruzar a meta é uma sensação de alívio nos primeiros segundos, que depois dá lugar a uma satisfação, uma realização pessoal não traduzível em palavras. Consegui!!
19 de setembro de 2015
14 de setembro de 2015
13 de setembro de 2015
Triste
Chego à cidade natal depois de uma semana de trabalho, e não tenho capacidade para ir sair com os amigos até de madrugada. O cansaço faz-me adormecer às 23h.
Dois anos depois, ainda lido muito mal com esta situação, sinto as nossas vidas a separarem-se cada vez mais. E não consigo acreditar quando me dizem que isso não é verdade, porque as evidências mostram, aos pouquinhos, o contrário.
Dói tanto.
Dois anos depois, ainda lido muito mal com esta situação, sinto as nossas vidas a separarem-se cada vez mais. E não consigo acreditar quando me dizem que isso não é verdade, porque as evidências mostram, aos pouquinhos, o contrário.
Dói tanto.
6 de setembro de 2015
Assalto
às caixinhas de jóias da mãe, arrumadas no fundo da gaveta.
E se há uns anos eu considerava aquelas peças coisa-de-senhora-(muito)mais-velha... fiz hoje uns achados lindos e muito atuais.
E aquela pulseira que usei quando tinha meses de idade... voltou ao meu pulso!
E se há uns anos eu considerava aquelas peças coisa-de-senhora-(muito)mais-velha... fiz hoje uns achados lindos e muito atuais.
E aquela pulseira que usei quando tinha meses de idade... voltou ao meu pulso!
Médias
Ainda hoje sinto um friozinho na barriga quando saem as colocações no Ensino Superior, oito anos depois de iniciar o curso.
Após três anos consecutivos em busca do sonho, conheço tão bem as lágrimas de tristeza como as de felicidade, decididas com uma diferença de poucas centésimas.
Após três anos consecutivos em busca do sonho, conheço tão bem as lágrimas de tristeza como as de felicidade, decididas com uma diferença de poucas centésimas.
4 de setembro de 2015
Revelações e emoções
Contar aos pais que o meu melhor amigo, o qual eles achavam que viria a ser futuro genro, é homossexual.
Próximo passo: apresentar-lhes o meu namorado.
Respirar fundo nos entretantos.
23 de agosto de 2015
13 de agosto de 2015
11 de agosto de 2015
8 de agosto de 2015
Medieval
Não é uma vulgar feira medieval, com meia dúzia de barraquinhas e trajes típicos.
É a maior recriação histórica nacional, onde centenas de figurantes participam e dão vida a uma comunidade nas margens do rio Cáster. E por isso lhe chamam orgulhosamente Viagem Medieval.
Sou presença assídua há cerca de 10 anos, altura em que ainda se arranjava lugar de estacionamento com relativa facilidade e se entrava de forma gratuita.
Sinto uma ligação especial a esta época, difícil de explicar. Se vivesse em Santa Maria da Feira, seria figurante com toda a certeza.
Mais um ano, sempre com novos recantos e atividades para descobrir, um regalo para a imaginação e para a máquina fotográfica. Sempre em boa companhia!
É a maior recriação histórica nacional, onde centenas de figurantes participam e dão vida a uma comunidade nas margens do rio Cáster. E por isso lhe chamam orgulhosamente Viagem Medieval.
Sou presença assídua há cerca de 10 anos, altura em que ainda se arranjava lugar de estacionamento com relativa facilidade e se entrava de forma gratuita.
Sinto uma ligação especial a esta época, difícil de explicar. Se vivesse em Santa Maria da Feira, seria figurante com toda a certeza.
Mais um ano, sempre com novos recantos e atividades para descobrir, um regalo para a imaginação e para a máquina fotográfica. Sempre em boa companhia!
3 de agosto de 2015
24 de julho de 2015
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