A ideia de "fica contente com o que tens" inquieta-me.
Se por um lado assumo que às vezes tenho de parar para apreciar o que tenho e conquistei, por outro assumo que sou exigente.
Essa forma de estar soa-me demasiado a comodismo. Se eu ficar contente (só) com o que tenho, como vou saber se a insatisfação é a alavanca para chegar mais além?