21 de setembro de 2015

Meia Maratona do Porto

Sempre preferi desportos individuais. 
A dinâmica de depender de mim, da probabilidade de sucesso ser proporcional ao meu empenho e treino, alimenta o meu lado desafiante.

Corro não só por saúde, mas por prazer. Já fiz pequena provas de 10 km. Estava na altura de me auto-desafiar, de elevar o patamar. E apesar dos "não te metas nisso" e "estás tola!", inscrevi-me na minha primeira Meia Maratona.

No início tive dúvidas. Fiz treinos semanais de 1h15, 1h20, 1h30. Aumentava a duração, semana após semana, e aumentava também a confiança. Eu consigo.

E ontem foi o grande dia. Manhã solarenga na minha Invicta, uma luz clara e quente a refletir-se no Douro. 
Partida! 
Primeiros 10 km sem problemas. Ambiente espetacular entre os participantes!
Ao 14º km começo a sentir os níveis de energia a descer, mas um cubo de marmelada ao 15º km deu o impulso que precisava.
18º km e vejo desistentes. 
20º km e o cansaço em braço de ferro com a persistência. É só mais um esforço...
21º km, a 100 metros da meta.

21,1 km
2h04 

Cruzar a meta é uma sensação de alívio nos primeiros segundos, que depois dá lugar a uma satisfação, uma realização pessoal não traduzível em palavras. Consegui!!


19 de setembro de 2015

14 de setembro de 2015

Recuperar

E o bem que ontem ele me fez.

13 de setembro de 2015

Triste

Chego à cidade natal depois de uma semana de trabalho, e não tenho capacidade para ir sair com os amigos até de madrugada. O cansaço faz-me adormecer às 23h.
Dois anos depois, ainda lido muito mal com esta situação, sinto as nossas vidas a separarem-se cada vez mais. E não consigo acreditar quando me dizem que isso não é verdade, porque as evidências mostram, aos pouquinhos, o contrário. 

Dói tanto.


6 de setembro de 2015

Assalto

às caixinhas de jóias da mãe, arrumadas no fundo da gaveta. 
E se há uns anos eu considerava aquelas peças coisa-de-senhora-(muito)mais-velha... fiz hoje uns achados lindos e muito atuais.
E aquela pulseira que usei quando tinha meses de idade... voltou ao meu pulso!


Médias

Ainda hoje sinto um friozinho na barriga quando saem as colocações no Ensino Superior, oito anos depois de iniciar o curso. 
Após três anos consecutivos em busca do sonho, conheço tão bem as lágrimas de tristeza como as de felicidade, decididas com uma diferença de poucas centésimas.

4 de setembro de 2015

Revelações e emoções

Contar aos pais que o meu melhor amigo, o qual eles achavam que viria a ser futuro genro, é homossexual.

Próximo passo: apresentar-lhes o meu namorado.


Respirar fundo nos entretantos.