28 de junho de 2015

Foi lágrima no canto e na face inteira!

Na sequência do post anterior.

Que cerimónia maravilhosa! 
Duvido que venha alguma festa que supere a de ontem. Surpresas dos pais para os noivos, dos convidados para os noivos, dos noivos para os noivos... tudo muito bem coordenado e ensaiado, foi perfeito! 
Vi a minha amiga com uma postura de mulher adulta, crescida. Todo o dia a distribuir sorrisos, linda e iluminada. Todas as solteiras queriam ser como ela: radiante, com uma relação sólida com um noivo tão cavalheiro como divertido, as famílias em perfeita união. 
Fazem acreditar que é possível existir uma bonita e real história de amor!

Adoro-os! Felicidades!

26 de junho de 2015

Já de lágrima ao canto do olho

Amanhã casa um casal de amigos muito próximo, quase família.
Será épico, com coreografias surpresa incluídas. Ao nível do que eles merecem.

Ao contrário da maioria das mulheres que conheço, nunca imaginei vestido, nem local, nem nome dos filhos. Acho que é algo que se pensa quando chegar a altura, não faz sentido fazer castelos no ar, embora a nossa cultura vá nesse sentido.
E agora eu, ateia e que nunca sonhei com o próprio casamento, dou comigo a querer celebrar assim o amor (embora sem a parte religiosa). 
Evolução natural da idade e da relação, ou deixei-me contagiar pela emoção dos preparativos para amanhã? Ou ambas?


Estranhezas

Sou só eu que tem a impressão que o verniz nas unhas dos pés demora eternidades a secar?


24 de junho de 2015

Oh meu rico S. João!

Que grande noite ontem no meu Porto! 
Um mar de pessoas passeavam-se pelas ruas da cidade com martelinhos e alhos, despreocupadamente a conversar, a petiscar e a dançar.
Vinte minutos de fogo de artifício, que este ano vi da Sé. 
Uma noite com tão boa companhia e com alma tripeira. Fico com o coração quente como o ar que fez elevar os balões em direção ao infinito. 


22 de junho de 2015

Podia, mas não seria a mesma coisa

Verão não é Verão sem uma semaninha no Algarve.

7 de junho de 2015

Bom dia!

Sair de uma noite de urgência caótica, conduzir até à praia e deixar cair o corpo cansado sobre a areia. 
Oh, happy day!


Alerta stress

Percebes que andas a viver para o trabalho quando te apercebes que não há papel higiénico em casa.