28 de fevereiro de 2015

Back to basics

Terminaram dois anos de madeixas douradas, já gastas.
Hoje voltei a ser morena, em tom uniforme, com os reflexos naturais.
Qualquer coisa como:


26 de fevereiro de 2015

Faz parte.

Aquele momento em que se ouve o sinal de chamada em curso, mesmo antes de alguém atender para receber a notícia da morte de um familiar. 
Segundos suficientes para deixar o coração apertado, tentando preparar a voz com tom profissional neutro, mas ao mesmo tempo sem ser fria. A antecipação angustiante de saber que vou decretar o luto de alguém. O choro que se ouve do outro lado.

Por mais anos de experiência que passem, nunca serão suficientes para ficar indiferente à comunicação de falecimentos, efetivos ou eminentes. Pouso o telefone, respiro fundo. 

25 de fevereiro de 2015

A thing is a thing not what is said of that thing.


Não é um filme fácil, e não admite intermédios: ou se adora ou odeia.
Humor negro inteligente, esquizofrenias, diálogos intensos, sátira irónica. 
Não tão bom como anteriores oscarizados, mas um bom filme. Gostei. 

23 de fevereiro de 2015

Preocupante

Percebemos que a liberdade deste país está limitada quando as decisões de organização no local de trabalho são tomadas com base em políticas e interesses, e não no profissionalismo e qualidades das pessoas. 

19 de fevereiro de 2015

Depressivo

Desvantagens de receber visitas na cidade onde trabalho, longe da cidade natal: o vazio que se sente quando vão embora. 
A alegria de receber contrasta demasiado com a solidão. 


Ainda sobre o Carnaval

Alguém explique às pessoas que apenas uns óculos do cinema 3D não são um disfarce. É só mesmo isso: uns óculos na cara.

16 de fevereiro de 2015

Todas as semanas



Após 14 meses a trabalhar noutra cidade, continuo a sentir 
um vazio no coração cada vez que deixo a minha Invicta para trás.