Eddie Redmayne, in The Theory of Everything
31 de janeiro de 2015
27 de janeiro de 2015
25 de janeiro de 2015
Em modo "kill the cupid"
Dos filmes da Disney às comédias românticas. Todas as nossas expectativas são modeladas de acordo com o príncipe perfeito, o encontro perfeito, a família perfeita.
Mas a realidade é bem diferente, bem longe desse ideal luminoso e fofinho. Não há príncipes, não há romance fantasiado, e não há pirilampos nem passarinhos a cantar quando abro o coração e ele não retribui o beijo.
Por isso, comecem a ensinar às crianças que contos de fada são pequenas mentiras pintadas de cor de rosa, para que o choque não seja tão grande.
Mas a realidade é bem diferente, bem longe desse ideal luminoso e fofinho. Não há príncipes, não há romance fantasiado, e não há pirilampos nem passarinhos a cantar quando abro o coração e ele não retribui o beijo.
Por isso, comecem a ensinar às crianças que contos de fada são pequenas mentiras pintadas de cor de rosa, para que o choque não seja tão grande.
Eu realmente não percebo nada disto.
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Haja paciência,
Love,
Oh faxóbor
21 de janeiro de 2015
20 de janeiro de 2015
Nunca pensei
encontrar a minha professora de ciências do 8ºano e ouvir um "temos de combinar uma ida à discoteca, a vida não é só trabalho!".
16 de janeiro de 2015
Miséria
Percebemos que isto é um país na miséria quando as pessoas vão ao Serviço de Urgência do hospital para conseguirem uma refeição gratuita enquanto lá estão.
13 de janeiro de 2015
A sós
Esta coisa de viver sozinha não é assim tão cor de rosa como pode parecer, sobretudo à vista desarmada de alguém sedento de independência.
É certo que a liberdade é inquestionável, e as responsabilidades adquiridas, bem como os problemas a resolver, fazem subir uns degraus na escala de maturidade.
Mas há o outro lado, mais negro. O isolamento tende a criar barreiras de defesa, um amargo que se instala de mansinho sem se fazer notar. Após um ano a viver no meu espaço, sem dúvida que a balança pende para o lado das vantagens, mas sinto-me um pouco distante de mim, ironicamente. Talvez o meu antigo "eu" precisasse de um abanão para se tornar mais auto-suficiente, mas perdi alguma calma e disponibilidade para as pessoas. Sinto-me pouco inspirada.
Perdi a sensação de estabilidade. A viver numa cidade diferente, mas com um pezinho na cidade natal aos fins de semana, já não tenho bem a certeza onde pertenço. Fico com a sensação que a vida de todos progride, e eu sem poder fazer parte dessa evolução.
À medida que a carreira e a idade crescem, aumenta também a competitividade e o individualismo. Uma sociedade cruel, capitalista, fria. Sinto falta do aconchego das pessoas com quem sempre vivi, cuja ausência nunca pode ser compensada com sms.
Começo a achar que faz parte da natureza humana saudável viver acompanhado. Somos animais que vivem em comunidade. Por muito aventureiros, independentes e de personalidade bem vincada que sejamos, há que aceitar a evidência. A maneira de estarmos mais próximos de nós mesmos é estando próximo de outros.
É certo que a liberdade é inquestionável, e as responsabilidades adquiridas, bem como os problemas a resolver, fazem subir uns degraus na escala de maturidade.
Mas há o outro lado, mais negro. O isolamento tende a criar barreiras de defesa, um amargo que se instala de mansinho sem se fazer notar. Após um ano a viver no meu espaço, sem dúvida que a balança pende para o lado das vantagens, mas sinto-me um pouco distante de mim, ironicamente. Talvez o meu antigo "eu" precisasse de um abanão para se tornar mais auto-suficiente, mas perdi alguma calma e disponibilidade para as pessoas. Sinto-me pouco inspirada.
Perdi a sensação de estabilidade. A viver numa cidade diferente, mas com um pezinho na cidade natal aos fins de semana, já não tenho bem a certeza onde pertenço. Fico com a sensação que a vida de todos progride, e eu sem poder fazer parte dessa evolução.
À medida que a carreira e a idade crescem, aumenta também a competitividade e o individualismo. Uma sociedade cruel, capitalista, fria. Sinto falta do aconchego das pessoas com quem sempre vivi, cuja ausência nunca pode ser compensada com sms.
Começo a achar que faz parte da natureza humana saudável viver acompanhado. Somos animais que vivem em comunidade. Por muito aventureiros, independentes e de personalidade bem vincada que sejamos, há que aceitar a evidência. A maneira de estarmos mais próximos de nós mesmos é estando próximo de outros.
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