Vou ali comprar uma agenda maior, estou a ver que a minha não vai ter capacidade. MEDO.
6 de setembro de 2011
5 de setembro de 2011
Here we go again
Foi dia de voltar à faculdade, para organizar assuntos académicos.
Caras que revi com alegria, outras nem por isso.
Começa a sentir-se uma certa competição no ar, que se tem vindo a acentuar ao longo do curso. Este último ano vai ser tenso. É a recta final, é antecipar a vida profissional.
A par disto, de volta à companhia diária dele. As férias ajudaram a organizar sentimentos, mas sei que é um equilíbrio frágil.
Confesso que estou um bocadinho apreensiva quanto ao próximos tempos. Vão obrigar-me a uma perfeita gstão do tempo, para conseguir responder a todas as responsabilidades. E, nos entretantos, lembrar-me que não deixo de ser uma mulher.
Caras que revi com alegria, outras nem por isso.
Começa a sentir-se uma certa competição no ar, que se tem vindo a acentuar ao longo do curso. Este último ano vai ser tenso. É a recta final, é antecipar a vida profissional.
A par disto, de volta à companhia diária dele. As férias ajudaram a organizar sentimentos, mas sei que é um equilíbrio frágil.
Confesso que estou um bocadinho apreensiva quanto ao próximos tempos. Vão obrigar-me a uma perfeita gstão do tempo, para conseguir responder a todas as responsabilidades. E, nos entretantos, lembrar-me que não deixo de ser uma mulher.
Cinema no seu melhor
Segundo filme da temporada, e volto a sair da sala de cinema deslumbrada.
Um retrato fiel e belo da natureza humana. Um filme sem tabus, realista, sincero, que mostra que cada um lida com o amor à sua maneira, à luz dos seus medos, das suas perdas, dos escudos protectores que vamos criando. Não é apenas sobre identidade sexual nem relação parental, é sobre a capacidade de lidar com as relações, o modo como a sociedade encara a homossexualidade, a capacidade de arriscar viver o que realmente nos dita o coração. No entanto, amor é sempre amor. Para todos.
E o que fazer com ele?
Dupla vantagem
O melhor das calças que supostamente (leia-se nos manequins) são pelos tornozelos: a mim ficam no comprimento perfeito, sem ser necessário refazer a baínha.
A minha mãe agradece e eu sinto-me alta =)
A minha mãe agradece e eu sinto-me alta =)
Zara
4 de setembro de 2011
Suposições
E se decidissemos mudar aquela rotina que cumprimos sistematicamente sem questionar? Se respondessemos o que realmente pensamos àquela pessoa de quem gostamos? E de quem não gostamos?
Quão radicalmente a vida mudaria se decidissemos ser nós próprios sem medo?
Um abraço
Para uma grande amiga, que terminou hoje um amor de Verão impossível de continuar devido a centenas de km de distância.
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