4 de setembro de 2011

Suposições


E se decidissemos mudar aquela rotina que cumprimos sistematicamente sem questionar? Se respondessemos o que realmente pensamos àquela pessoa de quem gostamos? E de quem não gostamos?

Quão radicalmente a vida mudaria se decidissemos ser nós próprios sem medo?

Um abraço

Para uma grande amiga, que terminou hoje um amor de Verão impossível de continuar devido a centenas de km de distância.



Tenho o John Mayer a fazer maravilhas com a guitarra na minha sala


Não resisti, comprei o DVD. Jogos de luzes, de guitarras, e uma voz que me despe a alma. John Mayer a qualquer hora, a um "play" de distância.



Can't seem to hold you like I want to
So I can feel you in my arms
Nobody's gonna come and save you
We pulled too many false alarms

2 de setembro de 2011

Andas a ver romances e depois é isto

Tarde cinzenta e chuvosa. Estava eu numa livraria a folhear as últimas novidades.
Ao virar num dos corredores, cruzei o olhar com o de um moço que também por ali estava. Cabelo desalinhado, barba de dois dias, casaco vermelho escuro confortável.
Continuei a ver livros, e acabei por pegar num que me chamou a atenção. Para o voltar a colocar no lugar, tive de pedir licença ao tal rapaz. Que, por acaso, estava perdido nas páginas do mesmo livro que eu tinha acabado de ver.

Seria muito estranho ter começado ali uma conversa sobre o livro. Porque ninguém se vira para um desconhecido a ver livros e começa a falar. Porque isso seria inconveniente e desapropriado. Um rapaz ali sozinho, que gosta de ler, com um ar informal e tão atraente, seria tão pouco digno do senso comum poder trocar opiniões e quem sabe, um capuccino.



Estão tão caros, os livros.

1 de setembro de 2011

Amen!

Nem toda a gente anda aos pares

Da proxima vez que este diálogo ocorrer no cinema:

- Queria UM bilhete para o filme tal.
- É só UM bilhete?

Eu vou responder:

- Se quiser vir comigo, são dois.

Declaro aberta a época do bom cinema

Com Agosto acabou a silly season do cinema. É a altura do ano em que tenho mais tempo e, paradoxalmente, quando menos vejo filmes. Chega de capitões américa, lanternas verdes e tralhas afins.

Saudades das salas de cinema =) E Setembro começou com One Day, mesmo sem ter lido o livro (que tem um preço absurdo, diga-se).


É lindo! Não é comédia romântica, é mesmo um romance em todo o seu explendor. Tocou-me especiamente porque toda a questão em volta do amor entre melhores amigos... vá... diz-me bastante. 

Lágrimas incluidas.