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25 de abril de 2012

500 days of summer


Tudo o queremos é que as expectativas se alinhem com a realidade.


Que filme fantástico, tão desconcertantemente realista.

15 de março de 2012

Dos filmes de terror

Três conclusões:

- Perante barulhos, madeira a ranger, portas a abrir... uma pessoa no seu perfeito juízo foge a sete pés. Nestes filmes, não: a personagem, com uma infinita coragem (ou tolice) vai ver o que se passa!

- A música cessa, o rosto da personagem principal ocupa o ecrã. Sabemos que, assim que a imagem mudar, nos vamos assustar... e assustamos na mesma.

- As pessoas que se ouvem na sala de cinema são as mais apavoradas. Ouvi atrás de mim um "isto nem é terror", num tom que traduzia na perfeição um estou-tão-borradinho-de-medo-que-tenho-necessidade-de-ouvir-a-minha-voz-e-ao-mesmo-tempo-mostrar-à-minha-miúda-que-sou-forte".

Na tela desenrolava-se isto:


Mantém a pressão arterial bem animada até ao fim, o que se traduziu em belos saltos que dei na cadeira.
O Daniel está crescido! Não tanto como penso que este papel exige, mas a boa interpretação compensa. Já não tem varinha para o ajudar, mas mostra aqueles belos olhos azuis até então escondidos atrás dos óculos redondos.

22 de fevereiro de 2012

Hugo


Um conto maravilhoso. A cidade e todo o ambiente parisiense, só por si, são suficientes para me encantar. Os olhos azuis de Hugo são um espelho de emoções. E quando pensamos que é apenas uma aventura de crianças, Scorsese põe-nos a pensar no propósito da vida. É também, à semelhança de The Artist, uma ovação ao cinema como tela dos nossos sonhos.

Saí da sala com saudades de ouvir o som do projector de cinema, que foi substituído pelo cinema digital.

14 de fevereiro de 2012

The artist


Uma viagem às raízes do glamour de Hollywood. Pode parecer estranho às atuais gerações a simplicidade um filme a preto e branco, mas a forma como se brinca com a imagem e o som dá um acabamento magnífico. Faz pensar na evolução dos tempos, e na capacidade de adaptação a que isso obriga. Sempre com o apoio das pessoas que nos trazem no coração.

21 de janeiro de 2012

Millenium: Girl With the Dragon Tattoo


Finalmente, uma sala de cinema. E um filme que satisfez toda a minha necessidade cinematográfica.

Complexo, perturbador, absorvente. Uma realidade fria e crua, a inteligência pura, a natureza humana mais básica a conduzir à materialização de instintos violentos, sexuais, mas também de afecto. Uma realização com a excelência de David Fincher, uma Rooney Mara que faz suster a respiração perante um desempenho perfeito, um Daniel Craig que dá significado à palavra sexy. Fantástico!

1 de dezembro de 2011

In time


Um Robin dos Bosques do futuro, corridas de salto alto e, como quem não quer a coisa, uma bela metáfora com o capitalismo actual.

Dá jeito existirem sempre pobres. Porque sem eles os ricos não são ricos.
Parar para pensar.

Philippe Weis: For a few to remain immortal, many must die.
Will Salas: No one should be immortal, if even one person has to die.


E há o Justin. Pai Natal? O_o

18 de novembro de 2011

50/50

A frequência com que vou ao cinema é um bom indicador do quanto o trabalho me absorve.
Já não ia há mais de mês e meio, o que é demasiado.

Tarde de chuva... que prazer voltar à sétima arte =)

50/50 consegue abordar de forma descontraída um assunto sério, de tal forma que mexe com as emoções. Sem rodeios, são abordados os "bastidores" da doença. As pessoas que se preocupam da forma que melhor sabem, as cobardes, os médicos frios e os mais calorosos, ou o vazio de um "vai correr tudo bem", que soa pior que o silêncio.

Saí da sala com lágrimas na t-shirt.
E com dois pensamentos:

- O cancro é uma grande merda.
- Mal posso esperar pelo dia em que, como cirurgiã, poderei tirar essa merda de corpos doentes.

24 de setembro de 2011

Midnight in Paris


Este não me podia escapar!
Mais um bom filme do mestre Woody, com os habituais diálogos intensos.
Emocionei-me logo nas primeiras imagens, que apresentam a maravilhosa cidade.
Identifico-me com o protagonista, que se refugia no seu próprio mundo, sensível à arte e irremediavelmente apaixonado por Paris. Uma reflexão sobre os nossos refúgios e fantasias para lidar com o presente, que nem sempre é satisfatório. Um elogio à cidade mais bela. E a felicidade... que só é possível se cedermos ao que realmente acreditamos e gostamos.



That Paris exists and anyone could choose to live anywhere else in the world will always be a mystery to me.


10 de setembro de 2011

Fright Night

Gosto do género fantástico. Sempre gostei, não é coisa da era Twilight.

Filme de vampiros que se preze tem de ser para maiores de 16. Fright Night é para crianças.

Conclusão: Colin Farrell dá um belo vampiro. Oh, se dá...


Eu e os bad boys...

5 de setembro de 2011

Cinema no seu melhor

Segundo filme da temporada, e volto a sair da sala de cinema deslumbrada.



Um retrato fiel e belo da natureza humana. Um filme sem tabus, realista, sincero, que mostra que cada um lida com o amor à sua maneira, à luz dos seus medos, das suas perdas, dos escudos protectores que vamos criando. Não é apenas sobre identidade sexual nem relação parental, é sobre a capacidade de lidar com as relações, o modo como a sociedade encara a homossexualidade, a capacidade de arriscar viver o que realmente nos dita o coração. No entanto, amor é sempre amor. Para todos.
E o que fazer com ele?

1 de setembro de 2011

Declaro aberta a época do bom cinema

Com Agosto acabou a silly season do cinema. É a altura do ano em que tenho mais tempo e, paradoxalmente, quando menos vejo filmes. Chega de capitões américa, lanternas verdes e tralhas afins.

Saudades das salas de cinema =) E Setembro começou com One Day, mesmo sem ter lido o livro (que tem um preço absurdo, diga-se).


É lindo! Não é comédia romântica, é mesmo um romance em todo o seu explendor. Tocou-me especiamente porque toda a questão em volta do amor entre melhores amigos... vá... diz-me bastante. 

Lágrimas incluidas.