15 de março de 2011

Amuos

Não há paciência para pessoas que amuam. Conheço duas que têm uma especial aptidão para tal.
Por amuar entende-se deixar de falar, afastar-se, ficar com aquele ar de "não-quero-saber-mas-no-fundo-quero-e-estou-a-observar-a-tua-reacção".

Especialmente quando no passado tomei a iniciativa, pessoalmente, de colocar essas pessoas à vontade para falarem do que quer que fosse que achassem que não estava bem, ou exprimirem a sua opinião sempre que o achassem conveniente.

Não percebo porque este tipo de pessoas insistem em não dialogar quando não estão de acordo, preferindo a postura infantil e imatura do amuo. Sou acérrima defensora do diálogo, afinal é a falar que a gente se entende! Isto só serve para acumular tensões como uma bola de neve que, mais cedo ou mais tarde, vai crescer com mal-entendidos e segundas interpretações, fazendo estragos.

As pessoas já sabem que têm toda a liberdade para falar, mas parece terem uma necessidade de atenção e manter a postura fechada e negativa até que alguém lhes pergunte o que se passa. No fundo, acho que é isso mesmo: necessidade de atenção.

Já sabem a minha opinião, por isso resta-me continuar a ser eu e a sorrir ao dia. Quando quiserem falar, ouvirei com todo o gosto. Deixem-se de intrigas desnecessárias! Sejam felizes, minha gente!


1 comentário:

Nokas disse...

É assim mesmo!!